Na obra

Um exercício fotográfico míope de rever coisas comuns no dia-a-dia de uma construção.







13 COMENTE AQUI:

Cebola disse...

EXCELENTE!!!!

Ricardo Cabús disse...

Muito boas. Quando será a exposição ?

Eliel disse...

pronto, difícil, pra um cabra meio cego, mas achei rsss

rapá, uma série interessantes.

gosto do olhar sobre essas "coisas do invisível", do cotidiano, de pessoas que são "socialmente" invisíveis. coisa de anarquista maluco é sempre onde meu olhar procura se fixar.

os ângulos ressaltam e dão uma beleza plástica às imagens e a intensidade de cores dá um contraste muito rico

para mi gusto, bien personal, por lo menos por ahora, hay mucho contraste, pero es lo que estoy experimentando ahora, sacando las colores

Anônimo disse...

Gritty, interesting, down-to-earth and wonderful photogaphy!

Gérson Alves disse...

Rapaz, simplesmente do cacete. Agora as fotos com água são muito representativas.

Gérson Alves

Hermann Fernandes disse...

Rapá, adorei as fotos.

O que tu acha da gente propor uma exposição
durante o Prêmio Ademi-AL 2010, que acontece
mais pro final do ano?

Acho que vale muito a pena. É o meu lado de
"gerenciador de carreiras" atuando. kkkkkkkkkkk

Abração,

Hermann Fernandes

Marcos Hayun disse...

Leozeira,

Meu irmão, vc tá realmente ficando muito bom nisso. Parabéns.

Juízo!

André Toledo disse...

Muito legal as fotos... Parabéns.

Márcio Canuto disse...

Mestre Léo,
estas fotos em macro são apenas uma mini-demonstração do seu gigantesco talento.
Abraçããããããão
do Marcio Canuto.

Jr Vilanova disse...

Primo!
Cê até demora a aparecer, mas, como todo bom filho, quando volta, o resultado é sempre fantástico!
Um super abraço,
Parabéns!
Jr.

Felipe Fidélis disse...

massa!

Luis Eduardo Vaz disse...

O detalhe, o ícone é a síntese do todo, do contexto. Conforme envelhecemos, ou aprimoramos nosso poder de síntese, ou estaremos dizendo sempre a mesma coisa, em clichês que se repetem e se perdem neste caos incomunicável em que vivemos. Ou buscamos, desesperadamente, falar uma nova língua, ou morremo...s.
Seu ensaio conversa numa lingua nova, desconhecida, ainda que reconhecível. Tem emoção, tesão e cor. Navega num ambiente onde a construção da imagem final resulta em pura arquitetura fotográfica.
Tecnicamente, o tratamento digital é primoroso: o alto contraste com total respeito pelas altas luzes cria grande dramaticidade, sem estouros excessivos, sem destruir a luz. As sombras, marcadas, nos remetem à uma rudeza com elegância. É um hiperrealismo com poesia. Veja de onde você foi extrair poesia! Tá lindo!
Abração,
Vaz

Cid Cardoso disse...

Perfeitas como sempre, suas fotos! Parabéns, Léo!

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